QUANDO O ESPÍRITO BENFIQUISTA PREVALECE, NÃO HÁ DERROTA, CORRUPTO, MERCENÁRIO OU ARRUACEIRO QUE O CONSIGA APAGAR OU FAZER REGREDIR.
BENFIQUISMO É ESTADO DE ALMA SEM DEFINIÇÃO, PRIVILÉGIO DOS PUROS!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

SE JOGAR ASSIM É O SENHOR E MAIS DEZ!



 Nelinho jogou com Eusébio, Nené, Jordão,Shéu ou Chalana, mas nunca foi tão conhecido como os companheiros. Lutou muito para se impor no Benfica, onde venceu três campeonatos, e depois mudou-se para o Sporting de Braga em 1977/78.

Aos 62 anos, Joaquim Manuel Rodrigues Silva Marques (Nelinho) tem um cabeleireiro e uma padaria no Bairro da Boavista, onde nasceu. O i foi à sua procura e conseguiu falar com ele, apesar dos azares recentes na sua vida. Depois de ver o filho assassinado e de ter assistido a um longo julgamento, soube há dez dias que o assassino, condenado a 12 anos, vai voltar a tribunal para alegar que o filho de Nelinho faleceu por negligência médica. Assim que ouviu a notícia, teve um AVC. A recuperar - ainda não pode ler nem ir ao futebol -, Nelinho puxou da memória e falou do passado de futebolista e do histórico embate entre Benfica e Sp. Braga na meia-final da Liga Europa.

No futebol, começou desde cedo a dar nas vistas?
Bem, eu comecei no Palmense e fui à meia-final do campeonato contra o Benfica
. Houve várias pessoas que me começaram a acompanhar logo nos juniores. Depois fui jogar um ano para o Tramagal, da II Divisão Norte. Tinha muita velocidade, por isso parecia que eles andavam de bicicleta e eu de mota. Todos os domingos vinham dirigentes falar comigo e eu pensava ''será normal?''. Não havia empresários e eu estava preso ao Palmense.

Mas antes da Luz passou pelo Beira-Mar...
Famalicão, Tirsense, Boavista, Beira-Mar, todos falaram comigo. Mas o guarda-redes José Pereira convenceu-me a ir para Aveiro, com o António Medeiros [treinador]. Fui emprestado uma época e era sempre titular. Depois fui mobilizado para a tropa mas consegui ficar em Aveiro. No ano seguinte fomos campeões e subimos à I Divisão. Eu queria ficar no clube mas o Ilídio Fulgêncio, que era director do futebol juvenil do Palmense, disse-me "tenho duas hipóteses melhores para ti". É aí que faço dois treinos à experiência no Benfica
, aqui no Casa Pia, ao pé de casa. Aquilo eram só monstros do futebol! O Jimmy Hagan diz-me isto: "senhor magrinho, mas bom jogador. Tenho de vê-lo mais vezes". "Mas eu tenho de ir de férias", respondi. Então apareceram a Académica e o Guimarães mas eu queria ficar no Beira-Mar e o  Benfica resolveu comprar o meu passe ao Palmense. Faço um treino e o Hagan diz "vamos ver". Não assinaram e eu volto ao Beira-Mar, mas como a carta era do Benfica, arranjaram-me o Belenenses. Fiz um treino com o Mário Wilson que me perguntou se eu não podia lá voltar. "Você já tem o plantel cheio, eu gostava de jogar no Beira-Mar, mas o Benfica mandou-me cá vir". "Ok, havemos de nos encontrar outra vez", disse-me ele. Acabei por ir para o Beira-Mar. Quando defrontamos a Académica, vejo que o treinador era o Mário Wilson. Ganhámos 1-0 com um golo meu. Marquei golos em Alvalade e ao Guimarães e os dirigentes vieram falar comigo. O Porto também. Todos me queriam. Na segunda volta marco outra vez à Académica e o Mário Wilson vem ter comigo e diz: "Enganaste-me bem. Às vezes um gajo anda a dormir, mas também só te vi num treino, não tive tempo".

E o Nelinho vai parar àquela equipa do Benfica
, que tinha Eusébio, Chalana, Jordão, Shéu, Humberto Coelho, entre outros...
Sim. Até lhes disse que podiam ter ficado comigo à borla, mas depois tiveram de pagar 1500 contos, o que na altura era um dinheirão.

Como é que foi deixar o Beira-Mar e apanhar um balneário de craques?
Vim para o clube dos famosos. Estive lá cinco anos, mas em dois andei a apanhar bonés. Não é como agora, que joga qualquer um. Tínhamos de ir subindo e mostrar alma à
Benfica. Quem não a tivesse era posto de parte e quem não fosse convocado não podia amuar. Eu e o Bento éramos a frente do pelotão nos treinos. Eu trabalhava muito para ter oportunidades.

Apesar das dificuldades, conseguiu finalmente impor-se com Mortimore?
Sim, ele tirou o Chalana da direita, meteu-me a ponta-de-lança. Éramos uma equipa muito veloz no contra-ataque. Em 1976/77 não fiz os seis primeiros jogos e no início dessa época não ganhávamos a ninguém. Então comecei a jogar e marquei num 3-1 ao Boavista, depois faço dois golos num jogo particular e o Mortimore diz-me "senhor, se jogar assim, é o senhor e mais dez". Foi meio caminho andado. Já não perdemos mais, estávamos a seis pontos do primeiro lugar e fomos campeões com nove de avanço.

Com a titularidade no  Benfica
, chega também à selecção A.
Tive a sorte de chegar à selecção. Agora os seleccionadores procuram equipas pequenas como o Cazaquistão ou algo do género para ganharem, e rodam os jogadores todos. Se fosse no nosso tempo, ganhávamos 20-0. Fiz centenas de treinos de conjunto no Jamor que podiam ser jogos particulares. Por isso, só tenho quatro internacionalizações. Era sempre suplente, nunca entrava.

A ligação ao Benfica
durou cinco anos?
Sim, mas fui emprestado um ano para Espanha, para o Orense. Depois veio o Romeu Martins, um dirigente que só pode ter vindo para rebentar com aquilo. Vendeu o Jordão por uma porcaria de dinheiro, deixou sair o Artur e o Eurico e o Benfica esteve três anos sem ser campeão. Eu ganhava 22 contos e 500 (112 euros), o mesmo que me pagavam quando cheguei. Queriam que assinasse por mais três anos, a ganhar o mesmo. O Braga dava-me 500 contos para assinar e 90 contos de ordenado, o Sporting ofereceu-me 85 e o Benfica chegou aos 45. Para me segurarem, disseram que faziam uma festa de homenagem. Qual festa? Eu não quero nada, só quero jogar. Tinha 29 anos.

Pois, e então vai parar a Braga...
Eu era o ''expresso da Luz'', era sempre a jogar para a frente. Adorava o Benfica.
Quando peguei nas minhas coisinhas passei pela 2ª Circular e parei na Luz. Fartei-me de chorar, tive vontade de voltar atrás, mas era profissional. Fui para Braga, estive lá três anos e conheci gente impecável que está no meu coração.

Que grandes diferenças encontrou?
Senti algumas dificuldades, porque no Benfica jogava sempre para ganhar e no Braga havia colegas meus que não estavam preparados para isso. Mesmo assim fizemos dois quartos lugares e um quinto, só perdíamos contra Benfica
, Sporting e Porto. Foi nessas épocas que o Braga começou a investir, com outra maneira de pensar o futebol.

Então e na quinta-feira, vai torcer pelo Benfica?
Sou muito amigo do Jorge Jesus e do Luís Filipe Vieira, mas se for à Luz fico doente. Há jogadores que nem de borla deviam jogar. O Cardozo, na minha altura, nem nas reservas tinha lugar. Pode ter um bom remate, mas... foi pena termos perdido o Falcao. No Porto lutam muito e o Jesus vai começar a pagar pelos jogadores que não correm.

Jogava-se mais com amor à camisola?
Sempre joguei com amor à camisola. Adoro o Benfica
o Braga e o Beira-Mar! Se houver três ou quatro jogadores com garra, puxam pelos outros. No Braga tínhamos garra mas não conseguíamos segurar a bola, por isso nunca fomos campeões. Fui 19 vezes campeão de futebol de salão, por isso adora o estilo do Barcelona, jogam à minha maneira. Toque rápido e curto uns para os outros sem perder a bola. Só monstros como Mourinho e Ronaldo conseguem rebentar com eles.

Estamos a fugir à questão. Quem acha que vai ganhar na Liga Europa?
São duas equipas de que gosto muito, comprei uma casa e uma loja em Braga, adoro aquela cidade e as pessoas. Mas nasci aqui, tenho aqui os meus amigos e em Braga já não conheço quase ninguém. Além disso, o Vieira e o Jesus são do meu tempo, jogaram futebol de salão comigo. Estou dividido, mas tenho de estar pelo nosso Benfica.
Acho que ganha 2-1 e conquista a Taça. O Braga é uma equipa muito veloz, tem um bom guarda-redes e lutam muito. Se o Benfica estiver num dia bom, ganha, mas eles podem surpreender no contra-ataque.

Mas se o Braga vencer, também vai ficar feliz?
Sou amigo do pai do António Salvador, conheço o presidente desde miúdo. Não sou doente, gosto de ver futebol e se o Braga merecer, não há nada a fazer. Dou-lhes os parabéns. São os meus dois amores, espero que seja um bom jogo e vença o melhor.

Nunca quis enveredar pela carreira de treinador?
Tirei o curso e treinei o Real Massamá e em Portalegre. Mas já fui duas ou três vezes para o hospital, sou levado pela paixão, vivo muito o futebol. Por isso os médicos aconselharam-me a não treinar e tive de me afastar um pouco do desporto. Estive cinco anos sem ir ao futebol e quando fui há pouco tempo, porque o Benfica
me pediu, até chorei a ouvir o hino.

E escolheu dedicar-se a cortar cabelos.
A minha mulher tinha um cabeleireiro e eu desde miúdo cortava os cabelos aos jogadores do Benfica e do Braga. Comecei a ajudá-la e já trabalho nisto há 15 anos. Muitos jogadores vêm aqui ao Bairro da Boavista cortar o cabelo. Há um ano um senhor aqui do bairro perguntou-me se não queria ficar com a padaria dele e fez-me um preço especial, porque sabia que eu queria comprar um jazigo para o meu filho. Então agora tenho um cabeleireiro e uma padaria/pastelaria. Era o homem mais feliz do mundo, estava sempre a rir. Desde que mataram o meu filho já não sou o mesmo, tento continuar nas minhas brincadeiras. Felizmente tenho uma menina de oito anos e outra de 22, e mais dois filhos com 32 e 34. Se a minha mulher deixasse, não me importava de ter outro!

Obrigado por esta entrevista, as melhoras e felicidades para a sua família.
Se um dia passar aqui no bairro pergunte pela padaria do Nelinho, todos me conhecem.
 in i online

PORKOS...MUNDIALMENTE ODIADOS!


 
 CASA DOS PORKOS INCENDIADA NA ALEMANHA
Uma das casas do FC Porto na Alemanha foi esta terça-feira alvo de actos de vandalismo. São poucos os pormenores disponíveis sobre a dimensão do ataque, sabendo-se apenas que a delegação foi incendiada.
 
PUDERA!!!
A FAMA É COISA DANADA!!!
 

terça-feira, 26 de abril de 2011

... E A PAROLADA PAGANDO E RINDO

 Páscoa, foi tempo de férias pagas pela parolada-saloio-provinciana ao «velho careca e muito rico», na Madeira, para mais umas sessões ''Viagro-Tentativa'', a 540 Euros a diária, sem contar com as alcavalas e a bruta mangedoura proporcionada à macaca ''polícia-de-choque'' que o acompanha e livra de uma boas pauladas na cornadura.

É cada enrabadela que aquela ignorante chusma sofre sem se sentir que até mete dó.

Pagem cobardolas saloio-provincianos.Colaborem para engordar as contas bancárias da Suiça e «off-shores» e continuem a fazer sacrifícios para alimentarem a família.
De vendedor de fogões falido o vosso ''guru'' gatuno-vigarista virou multi-milionário à vossa custa e das falcatruas com copiosas comissões nos negócios com jogadores do vosso clube.
Em casa pode faltar o pão mas no fim de semana não falta o dinheirinho para encher o bandulho ao corrupto peidoso fedorento, pagar os luxos das amantes, subornar políticos, juízes, árbitros e outros mercenários.
Por serem carneiros obedientes e ignorantes, merecem ser enrabados a todo o instante.
Perguntem-lhe porque razão o clube tem um ''deficit'' de milhões e onde estão os resultados volumosos das negociatas com jogadores.
Não o farão! 
Preferem ser enrabados e quando o bandalho der de frosques e fugir para o Brasil ou para as Bahamas para gozar o resto da vida (se não lhe derem cabo do canastro antes) rindo-se da vossa parolice, da vossa ignorância e da vossa submissão, finalmente, darão conta da desgraça que cairá sobre o clube do vosso atraiçoado coração.
Depois, é só baba e ranho!
BEM FEITO! SEM DÓ NEM PIEDADE!


PORQUE NINGUÉM FALA DISTO?


Onde estão os mercenários jornaleiros cobardes e corruptos?
Áh... esquecia... são pagos para encobrir a bandidagem pôdre e corrupta e denegrir quem defende a verdade desportiva!

Um dia, não distante, o braço da JUSTIÇA os alcançará e então se arrependerão de terem nascido.



domingo, 24 de abril de 2011

CLAQUES: A ARRUAÇA ANTI - BENFICA

Uma vêz mais se provou que a arruaça anda à solta.
Uma vêz mais se comprovou a intolerância,a falta de respeito a estupidêz  e a irracionalidade com que se regem esses grupelhos indesejáveis,esses bandos de parasitas delinquentes,legalizados ou não,que vegetam e transmitem a verdadeira identidade de um País completamente destituido de reais valores, à deriva e sem horizonte futuro.
Chega-se ao cúmulo de rejeitar e escarnecer a humildade e a decência de quem em neles confia, de quem em neles busca apoio, alento e confiança.
Aconteceu ontem em Coimbra.Uma vêz mais!
Luisão, o Capitão da equipa, em gesto de agradecimento,( não obstante as vais e os assobios com que a generalidade da equipa foi brindada durante o jogo) oferece a sua camisola à claque ''dos sem nome'' e sofre o vexame da devolução da mesma, acompanhada de gritos animalescos, insultos e assobios.
Os arruaceiros não satisfeitos, já fora do recinto,voltam à carga junto do autocarro e, segundo relato dos acontecimentos, não se chegou a vias de facto por puro milagre.
Compaheiros, os benfiquistas não se podem identificar com essa gentalha.
Não podemos estar reféns desses grupos de inergúmenos sem respeito e sem lei. Há que banir da nossa FAMÍLIA esse tipo de rufias que tantos prejuízos têm causado ao clube.
Que moralidade e direito temos nós de falar dos outros grupelhos de malfeitores se enfermamos do mesmo mal?
Há que solicitar à Direcção uma tomada de posição enérgica e imediata.
Há que correr com essa bandidagem para bem longe estádios.
Por favor não me venham com a história gasta de que todos são benfiquistas e cada um é à sua maneira.
Nós somos um TODO e não existe o ''cada um a sua maneira''.
Sou benfiquista e não sou à minha maneira.Sou benfiquista!
Possuo um estatuto de princípios que, embora não seja perfeito, é a  referência, a bússola do meu benfiquismo e nunca vacilei ou desvirtuei esses mesmos princípios.
Poderá não servir de modelo para ninguém mas preenche plenamente o meu sentido benfiquista.
Já aqui o publiquei precisamente no travar de um combate com espécimes do mesmo jaez desses inúteis ''benfiquistas'' que mais parecem elementos do célebre «Gang da Ribeira», que não se pode dissociar da ''Guarda Pretoriana'' de Gangster da Costa.

Aqui vai uma vêz mais e algum proveito possam assimilar:
 Cumpro com todas as obrigações para com o Clube.
 Acompanho diáriamente a vivência dentro e fora do Clube.
 Apoio a equipa nos bons e nos maus momentos.
 Não assobio para manifestar o meu desagrado.
 Não calunio, não mostro lenço branco, nem exponho cartaz difamatório.
 Não julgo opções do treinador. (ele sabe mais que eu e fáz tudo para vencer)
 Não comento em público assuntos e dirigentes do Clube, faço-o em sede própria.
 Não julgo ou critico acções sem profundo conhecimento de causa.
 Não sugiro soluções sem me certificar da sua real viabilidade.

 Exponho as minhas ideias e exijo explicações nos lugares próprios.

P.S.- Uma verdadeira família é una e indivisível e a manutenção desta harmonia só se consegue com a discussão e resolução dos seus problemas no interior do seu próprio seio.

POR UM BENFIQUISMO CADA VÊZ MELHOR!