QUANDO O ESPÍRITO BENFIQUISTA PREVALECE, NÃO HÁ DERROTA, CORRUPTO, MERCENÁRIO OU ARRUACEIRO QUE O CONSIGA APAGAR OU FAZER REGREDIR.
BENFIQUISMO É ESTADO DE ALMA SEM DEFINIÇÃO, PRIVILÉGIO DOS PUROS!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

OS NOSSOS VOTOS


2016 CHEIO DE COISAS BOAS E UMA DELAS...CORRUPTOS NA PRISÃO!


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

NÃO ENTREM...


EU BEM AVISEI...AGORA MANDEM DESINFECTAR O COMPUTADOR!


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O SEU A SEU DONO (PRENDINHAS DE NATAL)



BOAS FESTAS!!!

PARA OS BENFIQUISTAS
(Colecção Especial)

PARA AS DONDOCAS LAGARTIXAS
(Maracujá à maneira)

PARA A CORRUPTALHADA FOLEIRA
(Fruta da Ribeira)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

IMAGENS SERVEM PARA QUÊ?


POLÍCIA CONFIRMA...LAGARTOS NEGAM!!!
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, foi expulso por seguranças da discoteca Vespas, no Funchal, na madrugada de sábado para domingo, pelas 5.00, depois de ter, alegadamente, estado envolvido numa altercação no interior do estabelecimento.
Segundo apurou o DN junto de fonte policial, Bruno de Carvalho e cerca de dez pessoas que estavam com ele acabaram expulsos da discoteca pelos seguranças por estarem a criar mau ambiente.
Não chegou a haver agressões mas as discussões já estavam propícias a isso. Já na rua, o grupo de Bruno de Carvalho começou a pressionar os seguranças para voltar a entrar na discoteca.
Foi então chamada a PSP ao local. Como o presidente do Sporting e os amigos não queriam problemas com a polícia, foram-se embora. Os agentes não chegaram a deter ninguém do grupo.
Fonte do Sporting contactada pelo DN negou esta versão, confirmando que de facto um grupo de pessoas atirou uma bocas ao presidente leonino e a alguns membros da direção, mas que este problema ocorreu quando Bruno de Carvalho já estava a sair da discoteca. A mesma fonte nega que o presidente do Sporting tenha sido expulso e respondido aos apupos, tendo-se dirigido imediatamente para o hotel onde estava instalado
Imagens extraídas do site: Hugo Gil
Texto: DN

LAGARTO EM COMA...INCHOU COM BANANA!!!



QUAL FOI O PROBLEMA?




domingo, 20 de dezembro de 2015

DEIXA PASSAR....



...ESTA LINDA BRINCADEIRA....

...E O NALGAS FOI BAILAR O BAILINHO DA MADEIRA...

TUM...TUMTUMTUM..TUM...TUM...TUM..TUM...

AFINAL É VERDADE...NÃO OS GASTOU!



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

CLARO QUE NÃO!!!




GUIÕES? CLARO QUE NÃO!

MILHÕES! TAMBÉM NÃO!

ALGUNS MILHARES...TALVÊZ...PARA PAGAR SUBSERVIÊNCIA CANHESTRA!


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

OS TRUQUES DOS BIMBO & BADOCHA




Os prémios da UEFA na Contabilidade das SADs.
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Quando se compara os R&Cs dos clubes é preciso muito cuidado.Porque as SADs seguem políticas diferentes. Nenhuma delas é errada, mas são diferentes. Um dos pontos onde diferem é na contabilização dos prémios recebidos pela participação nas competições da UEFA. E aí as 3 SADs seguem 3 políticas totalmente diferentes.

A SAD CORRUPTA DE CONTUMIL decidiu há uns anos que o prémio de acesso à champions deve ser apresentado no trimestre em que o acesso é conseguido. Isso levou a situação caricata de ter contabilizado 2 acessos à champions na mesma época (2014/2015). Isso aconteceu porque se qualificou para a champions 2014/2015 no playoff e para 2015/2016, por acesso directo. Se por um lado é bom (aumentou as receitas em 2014/2015) por outro lado é mau, pois exige que este ano procurem mais receitas para contrapor aos custos elevados que continuam a ter.

Na SAD LAMBISGOIA DO LUMIAR, a contabilização é feita no início da época em que participa. Era o procedimento que tanto Benfica e Corruptos de Contumil seguiam até recentemente. Com este tipo de procedimento, grande parte das receitas aparecem logo no início da época criando um grande desequilíbrio (quando se consegue a qualificação para a champions, o que não é o caso!!! AHAHAHAHAHAH!) entre o 1º trimestre e os restantes.

Na SAD BICAMPcontabilidades diferentes, com filosofias diferentes. Eu pessoalmente prefiro a do Benfica. É mais equilibrada, mas só é possível num clube com contas organizadas.
Para terminar, deixo-vos um prognóstico para as contas do 1º Semestre. Sem contar com as vendas de jogadores, o Benfica vai ter receitas a rondar os 65 milhões de euros. Os Corruptos terão entre 42 e 50 (depende muito do que acontecer em Londres. Se ganham, são 5,5+1,5 milhões). As Lambisgoias apontam para 32 a 35 milhões, dependendo um pouco do resultado do jogo contra o Besiktas.EÃ DE BENFICA decidiu-se seguir uma nova política para ter contas mais equilibradas. O Benfica decidiu em 2014/2015 que o prémio de acesso à champions seria dividido em 6 parcelas em que cada uma seria contabilizadas após cada um dos jogos da fase de grupos. Assim, em vez de ter um 1º trimestre com valores muito altos e um 2º trimestre mais fraco, a Benfica SAD garante 2 trimestres com receitas ao mesmo nível. Para perceberem bem como é a nossa estratégia vejam o exemplo deste ano. Até 30 de setembro, o Benfica disputou 2 jogos na Champions. Antigamente teríamos, contabilizado o prémio de acesso à Champions (12 milhões) + 2 vitórias nos jogos disputados (3 milhões). Teríamos prémios de 15 milhões no primeiro trimestre, mas só deixaríamos os prémios dos resultados para o segundo trimestre.
Com a nova política, temos 4 milhões do prémio de acesso à champions (2 das 6 parcelas) + 2 vitórias nos jogos disputados (3 milhões). Temos então 7 milhões, deixando 8 milhões (mais os prémios de resultados) para o segundo trimestre.
São 

ENTRE MORTOS E FERIDOS...SALVA-SE O BENFICA!



Um novo paradigma no negócio do futebol
 Por: João Marcelino
Um momento muito importante da alteração do posicionamento da MEO quanto aos conteúdos desportivos deu-se com a renegociação do contrato com a SporTV. Joaquim Oliveira tinha percebido a intenção da Altice em baixar o pagamento pelos seus canais de desporto (como se quer fazer agora com a SIC, reduzindo para metade os 20 milhões que a PT de Zeinal Bava pagava a Pinto Balsemão) e traçou, como sempre, a estratégia esperta. Com a NOS, a parceira na SporTV, decidiu o preço. A seguir foi à Vodafone e à Cabovisão. Quando os franceses pretenderam falar já o preço estava feito e não valia a pena espernear, embora a Altice ainda o tivesse tentado. A alternativa para a MEO, nesse momento, era ficar sem o futebol (como os círculos próximos de Oliveira começaram a fazer circular na imprensa amiga) e enfrentar uma eventual deserção dos assinantes. Os mesmos que deram emprego aos ‘Gato Fedorento’ durante tantos anos. Por isso, Armando Pereira, o grande accionista português da Altice, ‘self-made’ de Vieira do Minho, decidiu investir contra o vizinho oriundo de Penafiel. Ia apostar no desporto, sendo candidato a tudo, do Benfica aos direitos de todas as provas importantes, nem que fosse para subir a parada, como agora mesmo também na Liga Inglesa, que a SporTV acaba de recuperar por dez milhões de euros quando no último concurso os havia perdido por três para a BTV.
O Benfica já tinha sido peça essencial da afirmação da MEO, de Zeinal, face ao irmão desavindo da TV Cabo, de Rodrigo Costa. Contra os interesses de Oliveira, que sempre convidava ambos para os convívios de data redonda, prolongando à mesa as posições que assumira nas duas operadoras para melhor cuidar dos seus interesses. O momento decisivo falhado foi o da junção da PT com a ZON (hoje MEO) na SporTV, chumbada pela Autoridade da Concorrência por força da lógica argumentação do Benfica de Luís Filipe Vieira e da Liga de Clubes, à qual ainda presidia Mário Figueiredo, que Oliveira demorou a conseguir fazer substituir por Luís Duque (e depois, contra a sua vontade, mas por desejo de Pinto da Costa e Bruno de Carvalho, pelo ex-árbitro Pedro Proença).
A Altice atacou o Benfica a fundo e aí acabou a estratégia de centralização de direitos do futebol, a que o próprio Oliveira já tinha aderido fazendo jus à velha máxima de que ‘se não os podes vencer junta-te a eles’. A centralização tinha aparecido com Duque depois de muitas horas de negociação nas instalações da velha Olivedesportos e sem a hostilidade de Luís Filipe Vieira. “Vamos estudar, é possível”, tinha admitido o presidente do Benfica. O importante era estabelecer os parâmetros da distribuição dos dinheiros (onde o Benfica e FC Porto se prepararam durante meses para ultrapassar definitivamente o Sporting, desenhando critérios à medida). Mas tudo isso morreu no dia em que o Benfica garantiu o bi-campeonato e Pinto da Costa interiorizou a ideia de que tal tinha acontecido pelo controlo da arbitragem. Era preciso mudar. Aí, começaram a contar-se as espingardas. Oliveira ficou entregue à lealdade que sempre pode contar com ele nos momentos-chave e acabou por, a contragosto, deixar cair Duque para assumir o preferido do FC Porto: Pedro Proença, o colega de estudos de Bruno de Carvalho.
Proença tem-se revelado “falho de capacidade de gestão”, queixam-se alguns clubes, que também lhe notam falta de experiência nas relações humanas. No dia 1 de Dezembro último, por exemplo, anulou na véspera uma reunião com os dirigentes dos clubes da Liga para debater a centralização. Decidiu ir a uma reunião a Paris quando já havia dirigentes a dormir no Porto. E nessa altura já a MEO e a NOS estavam na recta final do seu choque pelo Benfica. Proença nem percebeu que estava na véspera da morte da desejada centralização dos direitos televisivos, importante sobretudo para os clubes médios e mais pequenos, que inevitavelmente o vão passar a contestar.
Depois deste negócio do Benfica há duas certezas: Oliveira vai perder em 2018 a sua ‘galinha dos ovos de ouro’, a PPTV (que comprava direitos aos clubes para depois os revender à SporTV, onde também já só tem 35%); e a sonhada centralização de direitos pela Liga de Clubes acaba antes de começar – agora são os grandes operadores que pescam à linha e fazem o preço. O negócio é entre distribuidores e produtores de conteúdos, dispensando o intermediário criado na década de 80 pela RTP de José Eduardo Moniz, quando este, curiosamente, dirigia uma televisão que não tinha concorrência. A Altice/MEO já tem o Boavista e apresta-se para fechar o Belenenses. Diz-se que a NOS/Sonae/Isabel dos Santos já terá o Marítimo, para além do Benfica. E a luta prossegue, porventura até ao momento final de um acordo entre elas.
Não seria de admirar que o negócio do Benfica acabasse por ser o auge e, ao mesmo tempo, o final das hostilidades e fizesse sentar à mesa MEO e NOS para um dividir das despesas. Essa é uma hipótese muito real que ajudaria a fechar o círculo e a dar ainda algum conforto à já desgastada posição de Oliveira no mundo do futebol, onde a sua carreira de intermediário de direitos acaba de vez em 2018, quanto terminarem todos os contratos que ainda detém e já sem a sua famosa cláusula de preferência. Era com essa cláusula na mão que durante 25 anos o dinheiro, intermediado pelas suas garantias, ia dos bancos para os clubes renovando automaticamente os contratos para além dos prazos de vigência dos dirigentes que os assinavam. Esse tempo, em que Oliveira mandava com o dinheiro dos outros (os bancos), passou à história com a mesma crise que já o obrigou a vender a posição na PT, ter de sair dos Media (onde só ficou com a percentagem que funciona como garantia da grande dívida que tem no BCP e BES/Novo Banco). De onde quis sair, não teve permissão…
Neste negócio NOS/Benfica, Oliveira não foi, no entanto, apanhado de surpresa. Sabia. E como sempre, optou pelo mal menor. O pior seria a vitória da Altice. O ideal, para os seus interesses, será agora que todos se fundam num acordo geral que coloque a Altice no lugar que a Concorrência não permitiu à então PT e finalmente deixe a SporTV estancar a perda de assinantes. Mas este processo só tem um grande vencedor: Luis Filipe Vieira e o Benfica.
O valor de referência do futebol é agora outro, como o presidente do Benfica sempre reivindicou. Os clubes tomaram consciência do produto que têm nas mãos e a próxima grande batalha será travada por FC Porto e Sporting. Pinto da Costa indexou no contrato com Oliveira os valores a receber pelo seu clube ao que o Benfica viesse a conseguir. E as dúvidas colocam-se: isso também é válido para este contrato Benfica/NOS? E se for: os 85% do valor a dar ao FC Porto são sobre 40 milhões ou sobre 25? É que não foi por acaso que o ‘exclusivo BTV’ foi avaliado neste contrato em 15 milhões autónomos… E o Sporting, o clube durante tantos anos entregue aos ‘amigos’ de Oliveira e Ricciardi, que ousaram pensar contratar José Couceiro para presidente, levando-o a eleições contra Bruno de Carvalho, o que irá fazer? O Sporting está na posição mais difícil e, para manter a competitividade no futebol, não pode ficar quieto nesta batalha.

Vai ser muito interessante, do ponto de vista económico e financeiro, acompanhar o futuro do negócio das transmissões televisivas em Portugal. E, no perceber das pistas para esse percurso, há perguntas para Miguel Almeida, presidente executivo da NOS, responder já na conferência de imprensa programada para a próxima quinta-feira, 10, o dia em que a Benfica TV completa 7 anos.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A REVOLUÇÃO SÓ COMEÇOU



POR CAUSA DISTO...


...ACONTECE ISTO:


...MAIS ISTO:


...E AINDA AJUDA NA VALORIZAÇÃO DE OUTROS:

LIMPINHO...LIMPINHO!!!




quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

LÓGICAMENTE...




SENDO ISTO:

FÁCILMENTE DÁ NISTO:
E O PAROLO BATE PALMAS!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

EM QUESTÃO DE DIMENSÃO...NEM PRECISAVAM NÚMEROS!





P.S. - Para apresentarem lucro tiveram de pregar o calote (entre outros) à companhia de limpeza que malhou com eles em tribunal.