QUANDO O ESPÍRITO BENFIQUISTA PREVALECE, NÃO HÁ DERROTA, CORRUPTO, MERCENÁRIO OU ARRUACEIRO QUE O CONSIGA APAGAR OU FAZER REGREDIR.
BENFIQUISMO É ESTADO DE ALMA SEM DEFINIÇÃO, PRIVILÉGIO DOS PUROS!

sábado, 22 de novembro de 2014

SERVE A QUALQUER "CARTAXANA" AVENÇADO!

Cartaxana, o patusco dos patuscos
  
Não sou advogado de defesa de Luís Filipe Vieira, sou benfiquista. Luís Filipe Vieira é o Presidente do Benfica, representa o Benfica, é símbolo do Benfica, enquanto seu Presidente. Ofensa ao Presidente do Benfica, em especial quando ele actua nessa qualidade, é ofensa ao meu Benfiquismo, ao meu Benfica, que ele, enquanto Presidente, encarna.
Não sei se Luís Filipe Vieira é amante de patuscadas, nem vem daí (ser ou não ser), apenas por isso, qualquer mal ao mundo, qualquer acréscimo de honra ou desonra. Sei, todavia, que, enquanto Presidente do Benfica, gosta de convívio, de convívio são e fervoroso com a Família Benfiquista, ora aqui, ora ali. E isso me encanta, enquanto Benfiquista.
Não creio que Luís Filipe Vieira seja extravagante, fala por si a sua vida de triunfo. Poderá ser cómico ou brincalhão, tanto quanto o é qualquer pessoa. O que sei é que, enquanto Presidente do Benfica, não é ridículo. Ridículo é o Senhor Cartaxana. O Senhor Cartaxana que, se alguma vez se tivesse mirado ao espelho, mirado com olhos de ver, não teria tido necessidade de “comentar” o aspecto de mais ninguém a não ser a da imagem que mirava. E muito menos se atreveria a comentar a maneira como alguém se veste ou aquilo que veste.
Ser ou não ser “patusco” não é, pois, em princípio, nada que mereça muita perda de tempo. Mas o Senhor Cartaxana não quis brincar, quis apoucar. E, então, quem se tornou mesmo “patusco”, “patusco” ridiculamente quanto baste, foi o Senhor Cartaxana.

Nem Luís Filipe Vieira, Presidente do Benfica, nem qualquer Benfiquista, teve em mente, um instante sequer, empurrar alguém para a falência, jornais, rádios ou televisões e, em especial, o jornal que agora dá guarida aos “escritos” do Senhor Cartaxana. Não só porque a alguns daqueles pouco lhes falta para se verem em tal situação económica, sem necessidade de qualquer empurrão estranho, como, principalmente, porque, infelizmente, seria cada vez mais penoso ver uma boina acrescida, estendida à porta de um qualquer mercado, igreja ou capela, dos muitos e muitas espalhados por esse Portugal.

Quem se pretende considerar jornalista e, mais do que isso, fazedor de opiniões, dá uma imagem de extrema pobreza porque não é minimamente capaz de alinhavar uma crítica e apenas consegue entrar no insulto e no apoucamento. Por isso, na falência da capacidade para conseguir qualquer escrito que se veja, parece estar já o Senhor Cartaxana, como o demonstra a (aparente) predilecção actual do mero “cortar na casaca”, embora nem sequer consiga fazer inveja a quem o nosso povo tradicionalmente relaciona com tal ocupação.

Quanto a nós, Benfiquistas, creio não ser exagerado afirmar que todos desejaríamos precisamente isso. Ter um jornal diário, uma rádio, uma televisão, que presenteasse a enorme família benfiquista com todas as notícias, verdadeiras, acerca da via do nosso Benfica e do mundo desportivo em geral.
Para poder auxiliar o Senhor Cartaxana, se maior desgraça lhe batesse à porta!

(do "Arquivo Especial")

 NOTA: Os textos transcritos do "Arquivo Especial" (alguns publicados à algum tempo e não perdendo actualidade) provêm de autores diversos e fruto de pesquisas efectuadas em blogs, forums, jornais, magazines etc..

1 comentário:

Fernando Tomás disse...

Muitos rancorosos das empresas que prejudicam o bom nome do Benfica e em alguns casos a sua actividade, esquecem o que eu como rancoroso não faço!
A falencia destas representaria o desemprego de muitos cidadãos entre os quais muitos benfiquistas.
O Benfica faz muito bem em demonstrar que o acesso ao poder se faz de forma natural, com competencia e sem recorrer a esquemas tipicos de gente pequena.