QUANDO O ESPÍRITO BENFIQUISTA PREVALECE, NÃO HÁ DERROTA, CORRUPTO, MERCENÁRIO OU ARRUACEIRO QUE O CONSIGA APAGAR OU FAZER REGREDIR.
BENFIQUISMO É ESTADO DE ALMA SEM DEFINIÇÃO, PRIVILÉGIO DOS PUROS!

sábado, 15 de novembro de 2014

HUMILDADE FEITA DEDICAÇÃO!


UMA VIDA QUE SE APAGA...UM EXEMPLO QUE PERDURARÁ!


Faleceu José Luís, roupeiro da equipa de Futebol profissional

Faleceu, na tarde desta sexta-feira, aos 74 anos, José Luís Vaz, colaborador que serviu, como roupeiro, a equipa de Futebol profissional do Sport Lisboa e Benfica, durante cinco décadas.

À família enlutada de um homem que, nos bastidores, soube sempre servir o Sport Lisboa e Benfica com dedicação e paixão, o Clube endereça as mais sentidas condolências.

A NOSSA HOMENAGEM COM SENTIDAS CONDOLÊNCIAS!

DESCANSA EM PÁZ, SR. ZÉ LUÍS!



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

AMOR ASSIM É...DE ARREPIAR!


EU FIQUEI MESMO ARREPIADO...ACREDITEM!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

PRODUÇÕES PINTO-HOLLYWOODESCAS

  
FILME DE LONGA METRAGEM

1ª PARTE
2ª PARTE
  

FIM     
SATISFAÇÃO PELO "ÊXITO" ALCANÇADO


OUTRAS PRODUÇÕES:

O BANDIDO ABEL

A BESTA ALVES



O CASO ASSUNÇÃO


JORNALISTA DA TVI 


ÚLTIMA PRODUÇÃO: TOZÉ APERTADO



P.S.- OUTRAS PRODUÇÕES...SEGUEM DENTRO DE MOMENTOS.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

ISTO É QUE VAI UMA CRISE...!!!

OS PARDIEIROS ESTÃO ÀS MOSCAS...


NEM DE GRAÇA OS "APAFES" QUEREM LÁ IR...MESMO COM ORDENADOS EM ATRASO!

ALGUÉM SABE EXPLICAR???

sábado, 8 de novembro de 2014

RAZÕES DE SOBRA...


OUTRAS RAZÕES




NÃO SÃO RAZÕES DE SOBRA?

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O ADN NÃO ENGANA

Com cunho próprio!

Bem à imagem do chefe. 

Não o Macaco! O outro!

Ladrões, (o ADN não engana) salteadores, bandidos da pior estirpe, conhecidos e reconhecidos de outras "visitas".

A marca registada corrupta! 

Dentro e fora do campo. Na Comunicação Social.

Na APAF! Na Liga! Na Federação!

Enfim...o único caso em que o crime compensa!

E a Justiça...espera aí que vou mijar...na Justiça!


VANDALISMO

Los aficionados del Oporto ´la lían´ en Salamanca

De camino a Bilbao protagonizaron varios hurtos y enfrentamientos con los empleados de estaciones de servicio y restaurantes: "Son como Atila"

06.11.2014 | 11:11
Estación de servicio La Pedresina II. | Casamar
Estación de servicio La Pedresina II. | Casamar
 Los aficionados del Oporto que este miércoles se desplazaron a Bilbao para presenciar el partido de su equipo contra el Athletic, sembraron el pánico a su paso por Salamanca y protagonizaron una cadena de incidentes en algunas de las estaciones de servicio y restaurantes más cercanas a la frontera de Fuentes de Oñoro.
En torno a las 7:00 de la mañana comenzaron su ‘tour’ de altercados en la estación de La Pedresina II, donde robaron algunos productos de la tienda y amedrentaron al encargadocuando les intentó echar el alto. “Por desgracia ya son viejos conocidos nuestros. Entran como Atila y por eso siempre que pasan cerramos el local y no les dejamos entrar para evitar problemas, pero nos han pillado por sorpresa y se nos han metido. Habían hurtado y al salir ha pitado el detector. El empleado les ha llamado la atención y entonces le han rodeado, le han empujado... No ha sido más grave porque no han querido”, comenta uno de los empleados.
Tras dejar huella en Fuentes de Oñoro han recorrido su camino hacia Sancti Spiritus y allí han hecho una primera parada en el Restaurante Europa, donde han entrado hasta un comedor y han robado botellas del interior de una nevera. “Llamamos a la Guardia Civil, pero no hemos querido denunciar porque por unos euros no nos merecen la pena esos jaleos, pero ya están avisados para que estén atentos esta noche (por ayer) para cuando regresen”, relataban en el restaurante. Dentro de Sancti Spiritus protagonizaron otro incidente en la estación de servicio del polígono industrial, donde aficionados de un primer bus también han robado, mientras que los siguientes lanzaron objetos al cristal cuando se les prohibió la entrada. “Paró un bus y bajaron dos o tres, pero luego entraron todos de golpe y se metían para los bolsillos bollos, patatas... y se marcharon. El primer bus robó lo que quiso, pero cuando vino el siguiente ya estábamos al tanto y les cerramos la puerta, así que se cabrearon y empezaron a poner pegatinas y lanzar algo”. Al parecer, lanzaron una de las botellas que habían robado en el restaurante anterior. Los responsables de seguridad de la frontera esperaban que los autobuses entrarían por Zamora, pero a última hora cambiaron de opinión y lo hicieron por Salamanca, generando estos altercados.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O MURO DA VERGONHA AZEVEDISTA (Arquivo Especial)

O muro da pranteação


Não é feito de pedra ou cimento, mas de penedos, pedradas e traulitadas a preceito! É um certo local dos de virtuais “line’s” em “on’s”! Do mui Glorioso o nome retirado e dos “adeptos” auto intitulado! Mas não daquele nem destes que deles só seria vergonha!
É o éden de penados ditos, baptizados e rebaptizados benfiquistas, auto e inter comiserados, órfãos inconsolados do seu D. Sebastião, despachado que ele foi no seu Alcácer Quibir pelo grito impante e incendiado do nobre peito democrático da águia altaneira e sempre insubmissa!

«Mas que raios e coriscos a haviam logo de tomar para tão fremente insubordinação e, de bicada ferocíssima, assim repelir sem contemplatitudes quaisquer tão idolatrado mago por ela esconjurado?! Sem dó nem piedade, vai de lançar em tal pranteação tais afeiçoamentos de fidelíssimos prosélitos!»

Nem tudo se perdeu! Salve-se o desabrochar do idílico paraíso “netista”, tornado disponível à sua infinda carpidura!
Lá se pranteiam eles em auto e inter mortificaduras e se sublimam em suas amargurações! Lá fazem gozaduras e disfrutações das suas auto e inter flageladuras martirológicas, de enjoadiço masoquismo sadicista impregnadas! Lá auto e inter se deleitam em suas carpiduras pungentes! Lá auto e inter juramentam suas esperanceiras num “além” de glorificaduras com seu D. Sebastião regressado, em manto nevoento, das amargureiras actuais, com auto e inter avivações de esperançosice no seu circuito cerrado!

«Também, quem mais lhes valera! ...»

E, assim, não deixam definhar seu choradiço desalentoso! E vão depositando sua sebastiânica crendice nesse seu nevoento “além”, que o seu porfiado pungimento auto e inter flageloso será redimiroso sacrossanto da sua por eles tão desejada – e estafada! ... e enjoativa! ... – quão sonhada e quimericosa ressureição final!

«Querem disfrutar?! É só dar uma miradela ali ao lado e navegar por tantas e tão profusas escrevinhaduras, de auto proclamentadas subidas belezuras! Há até os que – os “cabos” seitistas, naturalmente, que as soldaduras rasantes a tanto não se atrevem! ... - botam falação de mui constante subidura de prenhada niveladura!
Numa rasquice definhenta, imagine-se! ...»

Enfermiços de azevedite agudaçada – e, ao que bem parece, de sofrideira croniquenta ensopada – pseudo sublimados de benfiquismo não sentido nem vivido e sempre sonegado na sua idolátrica confusionice do, “ser benfiquista é ser azevedista”, vão apregoando, com clamoroso ofendimento ressabiado, a vilanidade da condenação do seu ajuramentado e transcendental inocentismo! E não só, desenganem-se, até ao seu tão almejado julgamento pelos humanóides tribunalícios! Que estes, ou botam inocentidade imaculosa em tão idolátrico ídolo, ou há absoluteza de satanidade promíscua, em mercês aos odientos satanazes!
Porém, em viração mais celérrima do que luz de doce sol em tempo de invernação – o qual, de resto, em perfeita ingratitude, insiste em iluminar tanto os deuses da suprema e azevedista revelação salvatérica, e seus fidelíssimos serventuários, como os abomináveis tribunos da plebe dos apóstatas habitadores das trevas – ei-los em julgações e condenamentos - mais sumaríssimos do que a própria sumição! - dos sacrilentos da sacrossantitude da sua seita e respectivo pontífice supremo!
É cá uma resposta de prontitude luminária tal, que só encontra eco a condizer na sua costumeira profissionalidade, reflectitude de estrutural incapacitude endémica!

Fantasiadas, congeminências, devaneações, cismações, sonhamentos, delirações, processos de intencionice a esmo, tudo a gosto, sempre direccionados e enjoativos, são a única suportação das tão sublimadas certitudes dos seus ajuizamentos ressumados de infalitismo! Que o seu “papa” é o dogma da suprema virtuosidade da sua crendura, quer na defesa das suas benzeduras dogmatícias – de virtualitismos, não de factualitismos, feitas! – quer nas auto e inter renovadas juramentações de esperançoso e quimericoso triunfo no dia do seu redentoroso “juízo final”!
Tendo sempre à mão um tal intitulado mordomeiro daquelas “line’s” em “on’s”, de libré e sobrepeliz, serviçal em abundância que baste, prestamista no ressalvar do eco dos seus paredões e do reflexo dos seus espelhos, aqueles e estes, como convém, em paralelo, ressoadores e reflectores do auto e inter miserabilismo e pungentismo mortifiquento da casa!

«Que desperdiçoso aproveitamento das terras de Sua Magestade! ...»

Discípulos há que, rememorando sua orfandade tristonhenta, aplaudem mesmo as critiquetas de não benfiquistas, tão só interessados em apoucar o Benfica! E apresentam-nas como mais um baluarte dos seus dogmatismos luminários e virtuadélicos! Aqueles, todos sabemos que não são benfiquistas! Estes, dizem-se benfiquistas mas não defendem o Benfica! Atacam-no em lancinantes e balsâmicas laudatéricas à sua agudaçada azevedite!
Por exemplo, os sócios não acorreram assim tanto, dizia-se na croniqueta! ... Só que compraram ... 6,2 milhões de contos, números redondos! E foram 24374 os sócios que subscreveram acções e se tornaram accionistas! Os do croniqueiro Santanista – vá lá, não confundiram ... ou teriam arriado giga! – ficaram-se apenas pelos 9 mil! E só subscreveram a ridicularia de 1,840 milhões de contos! ...
O capital da SAD benfiquista não se disseminou assim tanto, acrescenta o croniqueiro! ... São só 51746 novos accionistas de um total de 53990 que subscreveram acções! Na SAD do croniquento clube, agora tão abençoado e involucrizado em boas benzeduras por um azevedismo órfão de Azevedo, apenas 9326 no total, inferior mesmo aos dos seus confrades mais a norte! Nem à quinta parte chegaram! ...

E que dizer daquela dezena de “satãs” que ousaram ajudar o seu Benfica contra a vontade deste azevedismo lamuriento e confrangedor?! Por que Vale e Azevedo não seguiu a receita que receitou aos outros?! Porque o “seu” projecto era “dinheiro em caixa” e este não?!

«Risíveis estas tiradas! ... E, depois, têm muitas penaduras dos que investiram! ...
Deixem lá os rotulados de tanseiros por vossas iluminúrias! ... Não precisam de ter tantas piaduras, que eles não vos fizeram encomendaduras! ... Afinal só o seu "plim plim" arriscam, conquanto em perdeduras certas, segundo tamanhas certitudes prenhadas de profetizaduras! ...
Ou faz moradura para aí alguma dorzeca cotoveleira?! ...»

Este miserabilismo é canhestro! Tudo estava bem se fosse um homem – o homem deles! – que sozinho detivesse uma fatia considerável! Tudo está mal quando, não um, mas alguns outros benfiquistas apostam no seu clube! E em quantia menos significativa! ...

«É para as comezainas, dizem com aquela certitude que só o santitismo da crença azevediana torna prenhada de iluminúrias!» ...

E as ajuramentações de fidelíssima costumeira depois do triunfo da subscrição e da natural malogreira das improviduras tribunalícias, prenhes de perdeduras?! ... Que esforçadeira para tapar a saga frustradiça, quais madalenas das arrependiduras do baqueamento de suas intentonadas ciumeiras! ...
Que parada tão comiqueira! ...

E a sua polemiquice acerca do estádio?! Bastava que o seu sebastiânico "papa" dissesse que estava de acordo com construção para que todos os seus fidelíssimos discípulos se atropelassem nas ajuramentações mais estridentosas do mesmo, num coro de afinaduras singulares! E malhar – e rotular com os mimos do costume! – nos que ousassem opositura! Assim, é vê-los na tristura dos seus aliamentos e das suas vozeiradas pungentosas de apelamentos a Martins que tanto malhotou na antiguidade contra o seu “papa” do infalitismo!
Porque eles não defendem projectos ou ideias, só aderem à ordem do chefe! Que não justificou minimamente a sua posição! Ou melhor, pretendeu ingloriamente justificá-la com argumentos do coração! Quem, durante a sua pontificadura, bradou em fartadura com argumentos da razão para se justificar, imaginem! ... Em especial em relação à sua SAD! ...
Mas, para discípulo ordeiroso, nunca o chefe podia ser enganoso!

Há os que, em pintureiras de guerra, imaginosos são na sua berradura do “abaixo a corrupção”! ... Fazem bem, embora seja uma corrupção virtual que apresentam nas suas apregoadeiras, atento o seu horror ao dogmatismo factualitista! Ou melhor, o seu horror aos factos da realidade e a sua benzedura à ficção devaneante! O seu problema é se vier a ser o seu mentor o condenado! Porém, “dura lex, sed lex”, passe a satanidade do dito! ...
E dá cá umas gostosuras verificar aqueles seus escrevinhados onde se brada ... «comigo um contrato é para cumprir!» ! ... E dizia-se tanto mal dos outros quando eles – algo conspurcadamente também, é certo - apalavravam que era o seu “papa” que ... « rasgava os contratos»! ... E prestam-lhe adoraduras e santificaduras em barda! ...

Quando uma das vozes - que se deixou ficar distraidamente um pouco mais atenta só a uma mera realidade e, fora da quadratura pranteadora, olvidou por instantes a virtualidade mirabolante do seu “muro da pranteação” – quando uma das vozes, dizia-se, regressa com uma pequena brecha na sua armadura engravidanhada de benzeduras da azevedite sacrossantista («será que não somos apenas nós que estamos errados, pergunta-se ela, duvidosa?!») é comovedurente ver um tão talentoso afã dos seus irmanados, em esforçadura avidez para expulsar os satanazes que, por momentos apenas, conspurcalharam o espírito infalitista do seu condiscípulo! E, açambarcando-se da sua travessura, só o largam quando bem catecatizado de novo e exorcizadas todas as suas infiéis inclinaduras. Só depois de novamente purificado com o santitismo azevedista, prenhado de mais benzeduras, pode ir em paz com o espírito preparado ao excomungamento de toda a maleitosa intentonada sataniquenta!


«E bem aventurado o “muro da pranteação” pela sua sacrossanta parição de tão prestimentosos discípulos que no sei seio germina e acolhe!» 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

VESGOS, PALERMAS E BÊBADOS

Decididamente, José Nuno Martins, o Director de "O BENFICA", não tem papas na língua, nem medo de vesgos, bêbados e palermas. 
Aliás, até chama os bois pelos nomes.

Nem se deu ao trabalho de escrever, fê-lo de viva vóz.

Em directo!

E com imagem!


"José Nuno Martins, diretor do jornal “O Benfica”, referiu-se esta terça-feira a Bruno de Carvalho como “um palerma”. Tudo aconteceu durante o espaço “Benfica 10 Horas”, transmitido em direto pela BTV, em que o responsável faz comentários sobre a atualidade do futebol português. “Falávamos da capacidade fora de comum de um homem como Luís Filipe Vieira e basta comparar com este palerma e os disparates que diz”, afirmou, referindo-se às críticas feitas pelo presidente do Sporting aos seus jogadores.

Mas os ataques não se ficaram por Bruno de Carvalho. Rogério Alves, ex-presidente da Mesa da AG da SAD leonina, também não escapou às críticas, devido aos comentários proferidos na véspera na SIC. “Ou ele estava bêbedo, porque o programa é depois do jantar... Como é que ele pode iludir uma evidência?”, questionou, referindo-se à análise do fora-de-jogo que levou à anulação de um golo ao Rio Ave frente ao Benfica. Diamantino, antigo capitão do clube da Luz, também esteve sob o fogo de José Nuno Martins devido a algumas críticas recentes às opções de Jorge Jesus. “Isso é um artista...!”, atirou, quando confrontado com uma pergunta de um telespectador. “[Diamantino] gosta de cuspir no prato da sopa que comeu. Não se cala e é depois convidado para vir à Benfica TV. Isso é que me enerva!”, disse, acrescentando que o antigo craque “faz pouco de Jorge Jesus”.

Foi a vez dos artistas-vesgos, bêbados e palermas. Quem segue?

Não se ponham a pau os outros "artistas"...não...não tenham ilusões... não me refiro aos bastardo-talibans, porque esses são tão minúsculos, tão insignificantes, tão rasteirinhos, que se alojam no fundo das sanitas desta vesgo-palermice-bebedolas. Refiro-me, sim, a Gangster da Costa e respectiva quadrilha de prostituto-escrevinhadores e chulo-opinadores do tipo, MST.

E há outros que podem vir disfarçados...mesmo de vermelho.

A receita, certamente, seria a mesma!

Poderia José Numo Martins, periódicamente, ocupar um espaço na grelha da nossa Benfica TV , com um programa específico: "O Senhor que se Segue?"

Fica a sugestão.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

DONA SIC E SUAS ALDRABICES (Arquivo Especial)

Dona SIC e suas aldrabices

Dona SIC é uma dona muito despeitada! Despeitada e ressabiada, tenta atirar bicada!
Dona SIC não aguenta as tampas que vai apanhando na sua saga de tormentosos amores! Enciumada, julga vingar-se à custa de verborreia aldrabona.
A PC e seu “regional” foi debitando sua peçonhenta resmunguice, em tempos de barriga cheia de Benfica! Traída em suas avermelhadas inclinações, bem que tenta bajular o antes renegado. Vale mais burro de calças do que calças sem burro e sem nada!
Sem êxito, porém! Dona SIC não consegue que PC se sinta atraído! A desconsideração pela subitamente amorosa é tão grande que, por mais importante que a queira fazer parecer, atrasa conferência enquanto dona SIC mantiver presente sua carcaça pinga amor!

Dona SIC não esquece a “traição” e esmera-se no enfatizar do piropo aldrabão. Por uma vez, são as acções do Benfica a temática de seus motejos pseudo sapientes, mas que só revelam ignorância.
Dizia em tempos Dona SIC que, não estando tais acções cotadas em bolsa, não se podia saber o seu valor. Por outro lado, acrescentava, na sua verborreia de amante abandonada, “estando o Benfica afogado em dívidas, sem crédito na banca, tais acções valem zero”.

Mesmo dando de barato em tal aldrabice, Dona SIC ignora que as acções, sendo efectivamente do Benfica, representam parte do capital da SAD de futebol. Representam património da SAD de futebol e não do clube.
Ora, quanto àquela SAD, ela não estava mais afogada em dívidas do que as suas congéneres rivais. Pelo menos, conseguia manter metade do capital social actual, coisa de que não podia (nem pode) gabar-se a SAD de seu amante substituto – talvez, melhor dizendo, daquele de quem tenta umas migalhas de amor – em que até os capitais próprios chegaram a ser negativos em cerca de 1,3 milhões de euros e desde a sua constituição só tem somado prejuízos sobre prejuízos.
Se pesquisar bem, dona SIC até é capaz de verificar que o passivo da SAD do clube de suas inclinações não ficará nada a dever ao da SAD que a renegou. Depois, a marca que suporta a SAD do Benfica é bem mais valiosa, sem qualquer comparação, pelo que as suas acções não valerão nunca menos do que aquelas!

Mas dona SIC é ainda ignorante quanto à necessidade de cotação para que um bem mobiliário, tenha valor. Ignora que a esmagadora maioria de bens mobiliários não está cotada em bolsa e nem por isso se deitam fora. Ignora que há muitos e bons avaliadores neste país capazes e que sabem avaliar tais bens. Ignora que os próprios tribunais, incluindo os fiscais, têm uma lista desses avaliadores a quem recorrem sempre que necessário.
Aliás, valor por valor, talvez dona SIC valesse mais se não estivesse cotada. Pessimamente cotada, naturalmente, o que só corresponde à sua realidade. E se estivesse calada … então nem se fala! Escusava de fazer publicidade a expensas próprias da sua real ignorância!

Dona SIC ignora muitas coisas. Ignora que as acções nem sequer se destinam a meio de pagamento da dívida, mas a mera garantia desse pagamento.
Dona SIC ignora, muito em especial, que qualquer credor não está minimamente sujeito aos bens que integram a garantia. Se necessário para reaver o seu crédito, o credor, qualquer credor, pode valer-se de todos os bens do devedor – todos os bens do devedor, dona SIC! - para se fazer pagar, por mais garantias especiais que tenha dado!
Dona SIC ignora, de facto, que neste domínio não há “responsabilidade limitada”!

Do alto da sua sapiente ignorância, dona SIC certamente desejaria que, em vez de acções e de garantias, fossem de imediato penhoradas … as retretes, agora não as das Antas mas as da Luz!

Dona SIC seria uma natural e forte concorrente à sua aquisição … certamente, tentando aproveitar uma bagatela à sua medida e ao serviço das suas necessidades higiénicas bem prementes!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O MISTER ÉTICAS - (ARQUIVO ESPECIAL 4)

 O amestrador das éticas

É uma delícia ouvir a personagem! Um delírio de riso e de boa disposição enxergar aquelas mesuras de pseudo sapiente! Das cousas da bola, sim senhor! Das cousas da bola e agora também das cousas da ética!
Em princípio, muitos o julgavam apenas um traduzidor da palavrada dos místers que complacentemente lhe estenderam a mão, assim se livrando da maçadoria e do rebaixamento que seria, para eles, o falario do português aos seus futebolados. É mais emplumado spekar!
E de traduzidor também andou por terras hispanas, até ficar no desemprego.
Um dia, alguém o achou capaz de ensinar pontapé na bola, entregando-lhe outras traduzições. E, assim, de traduzidor dos místers, tornou-se ele próprio num míster(io) dos traduzidos. Sob as esguelhadelas de muitos, de miradas pirrónicas acerca da harmonização das tradutorices d’antanho com as qualificações futeboleiras do presente, foi dando uma no cravo e outra na ferradura.
Sempre deitando falação, cada vez inchando mais o peito de julgamentos plasmados de sabichonice, não tardou nada até à enchedura das suas éticas. Sim, que nestes reinos da bola, fala-se muito destas coisas! … E, então, a praticar-se lá p´ras bandas do nosso traduzidor … é um ver se te avias, deparamos com éticas a cada esquina que se dobra! …
De facto, no caso do nosso amestrador das éticas, não existe cabo das tormentas, existe um “professor” - DC dixit - a quem o novel eticista se afeiçoou … e numa de condizer a preceito!

Cajuda foi o primeiro a sentir-se mimoseado com a ensinadela da ética do senhor traduzidor. Barafustou e foi andando!
A seguir, para não irmos muito longe no rol, foi a celebérrima afirmação das suas canduras eticistas, bem patenteadas na bastarda tentativa de ultimato ao Benfica, com a água benta suficiente para, de presunção atafulhado, se imaginar não apenas capaz de mandar na Águia como à altura de tal mando. Desandou que foi uma beleza!
Desempregado de novo, de resto, galardão à altura dos seus (de)méritos, alambazando-se mais uma vez nas suas éticas, ei-lo praticando-as e amestrando-as a Manuel José, ávido de comer os louros que este ia arrecadando. E comendo-os, que isto de éticas do sôr traduzidor não é só para apregoar, é para aproveitar! …
Vem depois aquela lição de ética mais prenhada do que nunca para com Toni e o título que, nas mãos do nosso amestrador, com mais alguns, poucos, jogadores que traria atrelados na algibeira, era favas contadas, pois então!
Era já o prenúncio da celebrização da satireta das actas. Era o primeiro título, Malheiro, a ser escrito nas ditas!
Só que, gabarolando-se de ter conseguido o melhor – que lhe faça bom proveito, o homem contenta-se com pouco, apesar das suas fanfarronices – por lá tem andado em penadas, a afastar-se cada vez mais e mais do tal título que estava no papo, tendo-lhe valido o Antoino compadre lá dos lados que, logo num jogo de tão triste memória quanto desastrado, nos roubou a nossa pérola 20 estrelas que nos levaria ao terceiro lugar sem espinhas. E o nosso traduzidor ainda ficava a ver mais navios … mas já teria sido melhor que quinto, a sua meta a ultrapassar para se gabar perante o futeboleiro bin laden nacional.
Deixando Mozer bem presenteado das suas éticas, o nosso amestrador termina, até à data, com aquela sapiencial lição para com o dito mentor dos bin ladens, a mais engravidada e generosa de éticas de todas quantas lhe foram atafulhando a boca ao longo destes breves mais bem requentados interlúdios.

Toda esta ensinança foi amestrada sem que tão supremo eticista tenha tido necessidade de escabrear ou escabujar com quem quer que seja, o que é tanto mais de assombrar quanto alguns dos (pretensos) aprendizes se enfureceram com tal amestragem!

É, pois, um encanto viver neste recanto lusitano e em especial sintonizado com estas coisas da bola indígena, ouvindo tão sapiente amestrador das éticas! Num mundo tão lixado onde passar a perna ao parceiro parece ser o princípio vivencial conhecido, deparar com estas líricas traulitadas da ética é gozar de um prazer e duma risota sem igual! O homem é mesmo um gaudério!
E que ninguém fique assombrado com aquela coisa das actas! Afinal, Malheiro, um tal traduzidor tem de saber praticar do ofício!

E agora, para os que tanto arriaram no mentor dos bin ladens do nacional reino futeboleiro, está na hora do “mea culpa”! Ele bem sabia que os havia! … E mais, até sabia bem onde eles estavam! …

Os ceguetas foram os outros que julgaram saber o homem só de agricultura! …

FONTE:   pesquisas e leituras efectuadas em blogs, forums, jornais, magazines etc.

sábado, 1 de novembro de 2014

O TORMENTÓRIO DE PC (do Meu Arquivo - 3)

O tormentório de PC

Ao longo da sua guerreada dirigista, PC enfrentou os adversários sempre em guerra permanente. Senhor de uma dialéctica nas coisas da bola que se impunha mais pela mediocridade pasmática do que pela substância de nulidade confrangedora, aturado pelos (poucos) que embasbacava como brinquedo mediático e olvidado pelos (muitos) que se considerariam insultados no seu bom senso, se lhe concedessem o mínimo de atenção, foi dando aquilo que os primeiros apelidavam, na sua pobreza inspiradora, de “alfinetadas”, mas que mais não era do que pontapés na gramática. De todo o modo, o seu concerto de bimbalhada, à falta de melhor sketch mediático para divertir, foi tendo o seu sucesso pobretão, enquanto não foi capaz de encontrar quem, sem baixar à sua estatura, lhe pisasse os calos. Nem sequer foi tendo quem se refastelasse na oferenda devolvida no mesmo confrangedor topete, tendo em conta que um “jardim” na pérola plantado lhe era, nesses tempos, um afinador de coro e não um desafinamento.

O seu adversário preferido foi sempre o que maior sombra lhe fez e pode fazer à sua futeboleira ambição. E isto, mesmo após tê-lo encontrado “grogue” por uns tempos, pelos tempos da sua exibição emplumada. Porém, PC a seu respeito nunca está descansado, que sabe bem ser ele muito capaz e se vai levantar a qualquer momento, tomar ar, dar uma grande bicada e colocá-lo de novo um bom par de décadas em KO hibernento no lugar da reverência de favor a que já deve dar graças a pequenez do seu “regional” de bravata.

Do esverdeado foi sempre amo, para ele guardando o destinado lugar de subalterno, que felino de garras tão macias e amestradas sempre fácil foi de domar! … De resto, neste ponto até parece que sobressai um pouco de competência de PC em artes de domação felina, que o domado, reverencial, o reconhece com os dotes de (seu) “professor” … e, de prontidão leonina, lhe obedece às piruetas silvantes do chicote domador, sem esquecer as mesuras próprias da ocasião dominatícia! …

A Vilarinho começou dando palmadinhas e encomendando festinhas, julgando-se de novo em seus condados sem fronteiras, como nos tempos d’antanho! Não foi já capaz de perceber que de lá só levava indiferença … e distância! Distraído, porém, esqueceu-se de Malheiro, bem falante de grosso e compasso, a adornar a cadeira da falação, a dar-lhe forma e jeito! E deixou-o tomar ar, ganhar alento! Pensando deitar ainda, de vez em quando, as suas nebulosas e serôdias “bobadas” e “tarecadas”, foi míope a perceber que elas só podiam prenunciar borrasca!
Depois é que foi o diabo! PC levou em cima com troco à altura! E viu-se em palpos de aranha! Ele, a seta do picante antes da picada, mordendo antes de mordido, estocando antes de colhida de chifres, domando leões, elefantes e dentes de marfim antes de domado, esqueceu-se que, se nunca fora, já há muito tinha ido!
Por isso, fica agora sujeito à triste condição de se defender da própria estocada, tentando escabujar e soltar-se do baraço em que (naturalmente!),acabou por cair! E tão mal, tão mal! Esfanicando a sua insciente astúcia! Obrigado a defender-se e todo se esfalfando em vão perante um, diz ele, subalterno das iguarias das presidências a que se julga com direitos de pedestal! Num tão apagado e mísero desempenho, digno só de um pouco de compaixão, em senda de benemerência que cristamente se não repudia!

PC jamais se teria imaginado na triste figura de se ver na praça pública, à defesa, a questionar com um “subalterno” - é assim, repete-se, que ainda se mira e devaneia no seu poleiro -  a ter de fazer juras de não replicar às “baixas condições” – de eminênciais presidências – no mesmo passo a abjurar a réplica ... mas replicando, replicando sempre! ...
E mentindo tão sem jeito! Sem contrariar e persuadir! Primeiro, esconjurando empresários, fez de um tal Silva, de efémeras passagens pelo banco, não pelo campo, em terras de “Galo”, um seu “empresado”! Ou seja, ele próprio, PC, empresário, assim o disse! E tentando convencer, tão tristonho, tão tristonho, que esse seu “empresado” Silva teria deixado o anterior “dono” e ir comer-lhe às manápulas a mesma “bifana” que hipoteticamente lhe teria oferecido o Glorioso, sem lha ter engrossado numas gramonas … de lecas, não de hormonas! Mais os milhentos para os franceses, naturalmente!
E aquela do outro que não interessava?! ... O outro Mário, o dos turcos de então! ...  Que aos turcos não interessou foi o paleio ... e as lecas demasiado brandas desta vez! ...

Mais temporaneamente, meteram dó suas infindas carpiduras perante quem lhe pretendeu estreitar o novo campo do pontapé na bola até quase o ter obrigado a vê-lo só por um canudo, apesar das grossas oferendas de que dispôs em ofertas beneméritas que tanto tenta esconjurar nos outros que, dessas iguarias, nem com o cheiro conseguem apaladar-se! E nem o cacarejar semanal de seu discípulo Miguel o encoraja, ele que, sempre a vesguear como tão bem sabe, vai cacarejando serem os terrenos das “antas” de seu regional, ao contrário dos outros, se esquecendo, na sua alarvada, dos grossos metros de direitos de construção que eram pertença só da Câmara e que aos seus (do “regional”) bolsos tudo foi parar! E sem falar em Meneses, sempre pronto a servir a sobremesa a condizer, sem mesmo ligar cheta a tribunalícias providências de donos de terrenos nem tidos nem achados, ou demasiado pouco tidos e achados, nos negócios das expropriações para “utilidade pública”(?!) … do centro de estágio do seu “regional”!

Tal tormentório deu-lhe esganadura em barda e ei-lo disposto a açambarcar quanto por aí se encontrar em livre-trânsito, tomando-se empresário de mais empresados! E, se assim não for, faz o jeito de anunciar açambarcamentos em vésperas de difíceis jogadas no seio da equipa que tem de defrontar. É prudente, e conveniente, fazer pensar aos seus pré pupilos, “aqui está o chefe das lecas do presente e próximo futuro, vejam lá como se comportam … agora e após”! …

PC não perdeu qualidades, Malheiro! ... Se qualidade perdeu, a única que tinha, foi aquela de saber mascarar a sua falta de qualidades! Vede como consegue encomendar traduzidor à altura das necessidades de traduzicionice das suas “tarecadas” e “bobadas”, a ver se ainda lá vai, ele que até com isso já nem consegue divertir!
E não vos admireis, Malheiro, com a sua sabichonice de burro! Para ele é fácil! De presunção embasbacado, PC mira e remira os seus adornos, em especial o rabo que tem! … A ele, já nem as orelhas lhe faltam! E não vos preocupeis! PC não gosta de imitadores, tão cioso de seus apêndices se mostra!
O seu a seu dono, Malheiro! …

Assim, grande Malheiro, deste o teu impulso decisivo e obrigaste o indivíduo a deixar o seu eterno carnaval de máscara afivelada, obrigando-o a mostrar a sua atarantada carantonha de enfado e encafuado destino, há muito apregoado mas nunca para lá mandado por artes de engenho à altura das circunstâncias! Desde então, grande Malheiro, tem sido cá um destempero de riso sempre que ele se afoita a botar falação! … Já só os “bobies” e os “tarecos” conseguem alguma complacência! …
Deixá-lo vesgueiro, apregoando e teimando que só replica a presidentes, a quem se julga à altura … mas sempre replicando o que anunciava não querer replicar, não é para todos, é até para muito poucos! Levar a personagem a contrariar-se no acto, enfim, a desdizer-se quando sempre dizendo, é conseguir arrancar-lhe toda a máscara e sem que o mascarado, de tão atarantado, se dê conta do seu ridículo desmascaro!
Também, nem sempre pode ele andar prevenido com seu espelho … aquele espelho que ele, todo babosado, mais recentemente adquiriu na loja dos trezentos!

O tal espelho traduzidor das actas … e das “éticas”! …  

FONTE:   pesquisas e leituras efectuadas em blogs, forums, jornais, magazines etc.,